Vida, História Grandiosa e Indefinível.
Nestes tantos caminhos da vida, uma coisas que aprendemos é que a nossa vida é um grande livro e é nossa responsabilidade colocar com as tintas de nosso coração as palavra a sempre escritas nele. Temos o poder de escrever, apagar ou acrescentar os textos.
Augusto Cury[1] em um de seus livros nos fala sobre a grande tarefa que é sermos os autores de nossa história, e aponta algumas características para aqueles que querem tomar as rédeas desta tarefa, devemos ser:
“Capazes de reconhecer a grandeza da vida e da história fascinante que cada ser humano possui inscrita em sua memória”.
“Capazes de liderar a si mesmo, antes de liderar o mundo de fora”.
“Capazes de não desistir da vida, mesmo diante das perdas dificuldades, decepções. Acreditar sempre na vida.”.
Estas são algumas das muitas característica que devemos cultivar, e que nos ajuda a ser os verdadeiros autores de nossa história, pois cada ser humano é um mundo a ser explorado, uma história a ser compreendida, um solo a ser cultivado; uma obra de arte sempre a ser concluída.
Porém ninguém é autor sozinho da sua história, somos construídos e construtores.
É algo sobrenatural a maneira com que Jesus Cristo compreendeu e lidou com as mais diversas histórias de vida. Ele não só as ouviu, como ajudou muitos a mudar sua posição de expectadores, para autores de suas próprias histórias.
Ele mais do que qualquer outro, soube valorizar a vida e tudo o que a envolve. Jesus não separou a vida em departamentos, com itens e sub-itens, em coisas mais importantes e menos importantes, assim como faziam os fariseus.
O Nazareno tanto despendia tempo escrevendo com o dedo na areia, como salvava uma mulher da morte.
Autor da Vida conseguia encontrar ouro escondido na lama, o amor O controlava e direcionava. Amor pela humanidade e pela vida, assim como seu imenso amor pelo Pai, o amor era o fundamento da sabedoria de Jesus.
E o quanto será que amamos a vida? E o quanto amamos na vida?
Todos nós quando saímos do recôndito do ventre maternal para o mundo imenso e impessoal, nos tornamos o artista de nossa própria história.
O que Jesus nos ensina, é que nesta arte, precisamos aprender a usar intensamente as cores emblemáticas do amor.
Vamos enfrentar com dignidade nossas dores, dificuldades, angústias, humor triste, pensamentos negativos. Não podemos ter medo de nossas mazelas psíquicas, mas sim receio de sermos omisso, de não ser autores da nossa própria história.
Augusto Cury[1] em um de seus livros nos fala sobre a grande tarefa que é sermos os autores de nossa história, e aponta algumas características para aqueles que querem tomar as rédeas desta tarefa, devemos ser:
“Capazes de reconhecer a grandeza da vida e da história fascinante que cada ser humano possui inscrita em sua memória”.
“Capazes de liderar a si mesmo, antes de liderar o mundo de fora”.
“Capazes de não desistir da vida, mesmo diante das perdas dificuldades, decepções. Acreditar sempre na vida.”.
Estas são algumas das muitas característica que devemos cultivar, e que nos ajuda a ser os verdadeiros autores de nossa história, pois cada ser humano é um mundo a ser explorado, uma história a ser compreendida, um solo a ser cultivado; uma obra de arte sempre a ser concluída.
Porém ninguém é autor sozinho da sua história, somos construídos e construtores.
É algo sobrenatural a maneira com que Jesus Cristo compreendeu e lidou com as mais diversas histórias de vida. Ele não só as ouviu, como ajudou muitos a mudar sua posição de expectadores, para autores de suas próprias histórias.
Ele mais do que qualquer outro, soube valorizar a vida e tudo o que a envolve. Jesus não separou a vida em departamentos, com itens e sub-itens, em coisas mais importantes e menos importantes, assim como faziam os fariseus.
O Nazareno tanto despendia tempo escrevendo com o dedo na areia, como salvava uma mulher da morte.
Autor da Vida conseguia encontrar ouro escondido na lama, o amor O controlava e direcionava. Amor pela humanidade e pela vida, assim como seu imenso amor pelo Pai, o amor era o fundamento da sabedoria de Jesus.
E o quanto será que amamos a vida? E o quanto amamos na vida?
Todos nós quando saímos do recôndito do ventre maternal para o mundo imenso e impessoal, nos tornamos o artista de nossa própria história.
O que Jesus nos ensina, é que nesta arte, precisamos aprender a usar intensamente as cores emblemáticas do amor.
Vamos enfrentar com dignidade nossas dores, dificuldades, angústias, humor triste, pensamentos negativos. Não podemos ter medo de nossas mazelas psíquicas, mas sim receio de sermos omisso, de não ser autores da nossa própria história.

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